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domingo, dezembro 5


*Texto do dia 10/09/2010 – finalizado às 16h30
**Revisado à 01h22 do dia 17/09/2010
 

Diarréia tem remédio

Chegam às eleições e acontece o esperado por grande parte dos brasileiros:

Diarréia. É uma reação do corpo humano não é mesmo?  Mas não é porque estamos comendo mais picanha com a família, discutindo política até mesmo sem saber porcaria nenhuma, mas mesmo assim debatendo com felicidade também com amigos, vizinhos e nossos filhos. É porque quando começam as campanhas eleitorais na TV, rádio, internet e no dia inteiro vemos candidatos nojentos, tentando uma vaguinha mínima no “Poder”, nos dá vontade de soltar tudo pra fora. Como vomitar é algo muito desgastante para nós, o nosso grande corpo humano reage de outra maneira:

Na hora da raiva, nosso intestino solta as fezes de maneira assustadoramente rápida e em grande quantidade, pois percebe que estamos com vontade de nos vingar e mostrar nosso repúdio com o que estamos vendo. O que vale é a intenção não é mesmo?  NÃO!

Além disso, é que os meios de comunicação que querem lutar contra essas pessoas, não podem fazer muita coisa. Senão, as recompensas são ameaças de morte e concretizações das mesmas, processos com direito a indenizações monstruosamente altas para os acusadores, chantagens e por aí vai.


Mas pior que isso, é as campanhas mal-feitas e que circulam por todas as mídias. Acredito que, o governo deveria ajudar a bancar esses políticos de todos os cargos e partidos, deveriam ser financiados igualmente e não poderiam receber qualquer outro dinheiro e nem anunciar comercialmente, como forma de igualá-los em horários e limites.


Como há candidatos nojentos, também há os candidatos burros. Aqueles que sempre querem ganhar por meio da graça. Como é o caso de humoristas que se mostram apenas humoristas e que só servem pra ser humoristas, jogadores de futebol, que só são bons jogando bola, sub-celebridades que também terão capacidade apenas de entrar na ‘’sub-política’’, mulheres-frutas que seriam mais aproveitáveis na feira ou no mercadão municipal.


Enfim, ninguém que não seja honesto, sabe o que é Política. Se soubesse, faria certo e não ficaria nervoso com os programas humorísticos e acharia um ABSURDO, ser rico apenas com política. Se política fosse algo tão maravilhoso, as escolas teriam professores de política e não apenas bacharéis em política. Nós fazemos política o tempo todo e em qualquer lugar, mas grande parte dos que entram nela e ganham salários, não fazem o bem. Político que erra é uma coisa, político que gosta de fazer o errado é outra. Há bons inteligentes em minha opinião, assim como há mau-inteligentes. Mau com ‘’U’’ mesmo, tá Office 2007?


Os bom-inteligentes fazem o bem e não se vangloriam por conseguir algo na malandragem. Já os maus fazem o contrário e como todos somos acomodados, nos acomodando em nossas casas, no trabalho, entre amigos, família, querendo qualquer tipo de conforto ou benefício, podemos justamente nos deixar submeter a estes DESGRAÇADOS.
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O Brasil é um país cristão. E apesar de eu não ser um cara religioso (graças a Deus HEHEHE QUE IRONIA!), tive boa criação por meus pais e familiares e estou conseguindo viver bem apenas com estes valores e assim, pensando bem em quem votar, pra não votar em qualquer maluco que finge ser normal, só porque será bom pra economia ou pra saúde, ou pro meio-ambiente, pros marxistas, sem-terra, etc. Votarei nos melhores, mesmo que sejam fracos, pois terei, como todo bom cidadão, de fiscalizar. Daí uma pessoa pensa:


—‘’Seus(suas) candidatos(as) não vão ganhar’’, ou ‘’só os(as) candidatos(as) ‘’tais’’ são bons pro Brasil’’ , ‘’o  seu(sua) candidato(a) não é bom pra economia’’, ‘’é corrupto(a) mas foi bom pro Brasil”, ‘’meu candidato vai perder por causa do nordeste’’ e por aí vai.

Eu não ligo pra isso. Qualquer candidato que vencer, precisa, antes de tudo, TRABALHAR DIREITO. Ainda não entrei na parte de referendo que imagino eu, está na Constituição Brasileira de 1988, que estou lendo, mas acredito que podemos fazer muitas coisas juntos. JUNTOS, ouviu? Senão a diarréia não passa. E se não passar,  é porque fica comprovado que remédio sozinho não resolve. Igual na política. O governo fazer tudo sozinho não consegue e não quer.

*Escrito no Word.
 **Optei por deixá-lo sem mais modificações.

domingo, setembro 19

Cagar demais é viver pior

Texto do dia 10/09/2010 – finalizado às 16h30

Chegam às eleições e acontece o esperado por grande parte dos brasileiros:
Ficamos com diarréia. É uma reação do corpo humano não é mesmo?  Mas não é porque estamos comendo mais picanha com a família, discutindo política até mesmo sem saber porcaria nenhuma, mas mesmo assim debatendo com felicidade também com amigos, vizinhos e nossos filhos. É porque quando começam as campanhas eleitorais na TV, rádio, internet e no dia inteiro vemos candidatos nojentos, tentando uma vaguinha mínima no “Poder”, nos dá vontade de soltar tudo pra fora. Como vomitar é algo muito desgastante para nós, o nosso grande corpo humano reage de outra maneira:
Na hora da raiva, nosso intestino solta as fezes de maneira assustadoramente rápida e em grande quantidade, pois percebe que estamos com vontade de nos vingar e mostrar nosso repúdio com o que estamos vendo. O que vale é a intenção não é mesmo?  NÃO!

Pior que tudo isso, é que os meios de comunicação que querem lutar contra essas pessoas, não podem fazer muita coisa. Senão, as recompensas são ameaças de morte e concretizações das mesmas, processos com direito a indenizações monstruosamente altas para os acusadores, chantagens e por aí vai.
Mas pior que isso, são as campanhas mal-feitas e que circulam por todas as mídias. Acredito que, o governo deveria ajudar a bancar esses políticos de todos os cargos e partidos, deveriam ser financiados igualmente e não poderiam receber qualquer outro dinheiro e nem anunciar na TV, como forma de igualá-los em horários e limites.

Além dos candidatos nojentos, há os candidatos burros. Aqueles que sempre querem ganhar por meio da graça. Como é o caso de humoristas que se mostram apenas humoristas, jogadores de futebol, que só são bons jogando bola, sub-celebridades que também terão capacidade apenas de entrar na "sub-política’’, mulheres-frutas que seriam mais aproveitáveis na feira ou no mercadão municipal.
Enfim, ninguém que não seja honesto, sabe o que é Política. Se soubesse, faria certo e não ficaria nervoso com os programas humorísticos e acharia um ABSURDO, ser rico apenas com política. Se política fosse algo tão maravilhoso, as escolas teriam professores de política e não apenas bacharéis em política. Nós fazemos política o tempo todo e em qualquer lugar, mas grande parte dos que entram nela e ganham salários, não fazem o bem. Político que erra é uma coisa, político que gosta de fazer o errado é outra. Há bons inteligentes em minha opinião, assim como há mau-inteligentes. Mau com "U’’ mesmo, tá Office 2007?
Os bom-inteligentes fazem o bem e não se vangloriam por conseguir algo na malandragem. Já os maus fazem o contrário e como todos somos acomodados, nos acomodando em nossas casas, no trabalho, entre amigos, família, querendo qualquer tipo de conforto ou benefício, podemos justamente nos deixar submeter a estes DESGRAÇADOS.

O Brasil é um país cristão. E apesar de eu não ser um cara religioso (graças a Deus HEHEHE QUE IRONIA!), tive boa criação por meus pais e familiares e estou conseguindo viver bem apenas com estes valores e assim, pensando bem em quem votar, pra não votar em qualquer maluco que finge ser normal, só porque será bom pra economia ou pra saúde, ou pro meio-ambiente, pros marxistas, sem-terra, etc. Votarei nos melhores, mesmo que seja fraco, pois terei, como todo bom cidadão, de fiscalizar. Daí uma pessoa pensa:

—"Seus(suas) candidatos(as) não vão ganhar’’, ou "só os(as) candidatos(as) "tais’’ são bons pro Brasil’’ , "o  seu(sua) candidato(a) não é bom pra economia’’, "é corrupto(a) mas foi bom pro Brasil”, "meu candidato vai perder por causa do nordeste’’ e por aí vai.

Eu não ligo pra isso. Qualquer candidato que vencer, precisa, antes de tudo, TRABALHAR DIREITO. Ainda não entrei na parte de referendo que imagino eu, está na Constituição Brasileira de 1988, que estou lendo, mas acredito que podemos fazer muitas coisas juntos. JUNTOS, ouviu? Senão a diarréia não passa. E se não passar,  é porque fica comprovado que remédio sozinho não resolve. Igual na política. O governo fazer tudo sozinho não consegue.


segunda-feira, setembro 13

Que tal agora um refrigerante?

 Ok, eu sei que tenho falado muito de política e que este blog não é especificamente sobre o assunto, mas vá, leia, pois é um complemento do que disse antes. Quem não gosta de pipoca? E com refrigerante ou suco, não fica mais gostoso? Então Vá, vá, leia que não se arrependerá!

Nesse ano, ando vendo que meu lado racional e emocional estão andando juntos em alguns momentos. Em especial, em apenas um momento: eleições. Estou excitado, com muita vontade de votar e exercer meu direito. Principalmente por saber em quem irei votar pa presidente: Marina Silva. Os outros ainda estou decidindo e estou lendo programas de governo. Leia também e pesquise.

Muitos dizem que ela não ganhará por causa da Dilma Rousseff e que o José Serra, pelos menos pelos alunos e funcionários públicos, está condenado. Também não é pra menos:

Em todas as escolas que estudei, meus professores reclamavam do método que era utilizado na educação no estado de São Paulo, ou seja, reclamavam do PSDB. E digo isso com convicção e lucidez, pois me lembro das primeiras reclamações nos primeiros anos de escola estadual. Em São Joaquim da Barra, cidade que morava, estudei em uma escolinha municipal. Quer mais detalhes; perto de um cemitério (AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!). Voltando ao assunto, a coisa que mais ouvi de ruim do governo paulista, seja antes e depois das greves que presenciei (fora da escola,claro), era que a aprovação automática era algo lastimável. Sei como é ruim ser aprovado automaticamente. Nunca fui, mas sinceramente, largando o lado racional, percebia a tamanha burrice de meus colegas, ou quem sabe, a falta de apoio a estes alunos. Eu não sabia calcular e nunca saberei, mas sempre consegui escrever e ler bem. Era meio gago e falava meio rápido na infância, mas nunca fui muito criticado por ser ruim de gramática. Com o passar dos anos, comecei a dominar melhor outras matérias. Menos matemática. E meus outros colegas de longo tempo regrediram e hoje são, infelizmente ''projetos de gente''. É triste tudo isso, pois é importante lembrar que somos ''ensinados'' desde criança por muitas pessoas: pais, irmãos, colegas, professores e muitos outros que não é necessário criticar. Porém, ensinar não é o mesmo que aprender. E tanto eu como muitos alunos da rede estadual, fomos pegos por um sistema de ensino que não valoriza o professor nem o aluno e também não incentiva a participação dos pais na educação dos ''filhotes''. Pra piorar, somos jogados pro mercado de trabalho—obrigatoriamente— e se não trabalharmos por bem, trabalharemos por mal, daí nos colocam escolas técnicas gratuitas, pra amenizar um problema que será crônico, enquanto tivermos antas com doutorado e semi-analfabetos com prestígio político.

Mas voltando no assunto anterior, gostaria de dizer com orgulho, que NÃO VOTAREI NA DILMAAAA, NÃOOOO VOTAREI NELAAAAAA (uuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii). É um mulher mal-caráter, que mudou de personalidade pra ganhar a presidência por algum motivo que desconheço, tem um biografia pior que a do Serra (nem por isso é pior que ele que beija com o pescoço o rosto das mulheres, as pontas dos dedos como se fossem as mãos e as crianças com a orelha), mas é suspeita por notícias que circulam e por vídeos que vi. Já a Marina, propõe plebiscitos, tem idéias inovadoras — apesar de só falar de meio-ambiente nos debates e programas da TV em quase todo santo dia — e é autêntica. Suas idéias ainda, são equilibradas, na medida certa. Só acho que 7% pra educação pode ser muito pouco pra avançarmos e melhorarmos de vida e cultura. Mas vamos ver como será tudo isso. Pra finalizar o contexto Marina, ela me passa motivação e segurança, apesar e a voz não ser das mais bonitas e graves que já vi. Sorte pra ela e pra nós, se ela for pro segundo turno.

Quanto aos outros candidatos, não têm destaque, boas propostas e nem brilho, só Plínio tem brilho, mas tem idéias meio radicais igual à dos outros ''compadres'', então nem pretendo comentar sobre eles.

Estou aos poucos perdendo a preguiça de corrgir os meus textos. Já estou aprendendo a suar o sinal  ''—'' (travessão). No futuro, nem precisarei pesquisar mais a gramática. Se você escreve, deve seguir meu exemplo pelo bem de todos nós que lemos textos de blogueiros, twitteiros, orkuteiros, etc.

Cadê os programas de governo dos meus candidatos preferidos?

segunda-feira, setembro 6

Otimismo muda a nossa vida

Lógico que sou ansioso. Estou escrevendo sem ao menos recolher o tanto de informações que necessitaria para escrever um bom post, apenas porque não tenho paciência. Mas pra falar de política no Brasil é preciso ter paciência? Claro! Um dia ela acaba? Claro de novo! Um dia morreremos IGUAL os políticos. Daí acabará a desigualdade social.

Os programas políticos de todos os partidos políticos na TV e no rádio são irritantes. Não falam com clareza e detalhes o que poderá ser mudado no Brasil. Apenas dizem o que será feito, mas não argumentam, explicam, demonstram, exemplificam. Dilma, só fica colada ao presidente Lula e a camapnha apenas em seus 90% do tempo, falam que o Brasil melhorou, cresceu, está mudando, etc e aparece um poquinho o Lula pra falar qualquer coisa e daí vem uma música bonita e as diferentes caras do Brasil no final. E como ela é principal candidata a ganhar, é normal me prender mais a ela.

Já o Serra, fala só de saúde, que teve vários cargos públicos, que está muito preparado e seus programas não propõem nada também. Pra piorar, o Serra e seus narradores não conseguem fingir ser humildes. Fica muito falso. Aquela coisa do José Serra virar ''Zé'' não soou bem. Além disso, começam a atacar uma candidata forte, ''apadrinha'' por um homem forte de um partido forte.

Marina Silva começou com programas que mais pareciam documentários, muito bem feitos, porém, que demonstram que se há uma área de incrível ignorância pelo Brasil é a cultura do meio ambiente. E é a área menos prestigiada por nós brasileiros. Não consegue dizer suas propostas em seus programas.

Plínio Arruda fala pouco, aparece pouco nos seus programas e é ridículo aqueles poema que apareceu dias atrás durante seu minuto na TV. Quando ele falar de economia, coloca todo mundo em alerta de que, ele não é um bom canditato. Não propõe soluções quase sempre e só ataca os adversários.

Os outros por fim, nem é preciso comentar.  Uns atacam todo mundo, outros também e há candidato querendo fazer calote internacional e estatizar empresas.

Mas mesmo assim, sei que, todos nós temos nossos prediletos. Uns por estarem continuando o trabalho de outros anteriores e outros, por demonstrarem coragem e inovações. O que me preocupa, são os se identificam com a primeira citação deste parágrafo e que pode ser divido em duas partes:

podemos entender que estas pessoas gostam do governo atual e querendo que assim continue;
e também que não vêem outra alternativa, senão a gestão do atual partido.

Ora, estes pessimistas poderiam colocar seu candidato ''oculto'' pelo medo, no segundo turno. Lembra-se da frase, ''a união faz a força''? Pois esse tipo de força é uma força negativa e que dá votos a pessoas que podemos não gostar, mas por achar que o voto é inútil pra nossa candidato querido, votamos em outras opções menos desejadas. O pessimismo afeta nosso país e nossa qualidade de vida.

Além disso, quando sabemos coisas de certas pessoas, podemos ou gostar mais delas, principalmente se forem políticos candidato à presidência ou cargos menores. Os valores morais, da família são esquecidos ou ignorados, quando o que está em xeque é o nosso ''bolso''. O dinheiro afeta mais a mente dos mais pobres, que mesmo saindo em boa parte, para a classe média e miseráveis, que saem para a pobreza, tem seu psicológico abalado seja pela felicidade de poder gastar mais ou seja pela extrema gratidão por sair de uma situação ruim e ir pra uma melhor. Seja bom ou seja ruim ler isso que estou escrevendo, quero dizer por conta de um Brasil desigual, os valores não valem pra qualquer um. Não são universais.

Portanto, sabendo disso, o melhor a fazer é esperar algumas décadas, quando a população estará mais homogênea e com pessoas mais jovens e talvez com um pensamento de mundo diferente em todos os sentidos, para realmente vermos se os valores serão também homogêneos e se a humanidade continuará mudando pra melhor, não só economicamente, quando humanamente. Acredito que sim.

segunda-feira, agosto 23

A vida é muito mais que política



É! Gostei desse vídeo. E tirei uma coisa muito interessante disso tudo: comecei a ler a constituição brasileira. E por aí vai, pois quero agora ler todos os tipos de leis que me sejam úteis. Digo isso pois não quero ler as leis estaduais. Apenas a de São Paulo.

Mas o Felipe Neto me fez pensar e, complementando o que ele disse, acho que as pessoas desmotivadas desmotivam demais. Eu em tornei representante da minha sala na Etec de Ibitinga. Embora não esteja fazendo nada, ninguém queria saber de sobre nada que tivesse a ver com a função representante. Quando me elegi, todo feliz, me bateram palmas como se tivesses se livrado de um peso a mais nas costas. É! A função de representante deve ser muito difícil. Reuniões virão, falar me público pra um monte de gente desinteressada e que gosta de te zuar e dar de esperto quando você fala alguma coisa errada (nessa hora todo mundo fica crítico) por menor que seja, fazer coisas pela melhoria da turma e da escola, etc.

Já participei de uma reunião e, fiquei sabendo de muita coisa que não sabia. Foi um aprendizado. E aprenderei muito mais pelo jeito, até o fim do ano que vem. Mas o que me deixa triste, é que não dá vontade mais de ser representante. Se tornar motivador, quando ninguém é, é arte pra poucos. Eu não sou mágico e já me culpei por não conseguir motivar ninguém. A energia negativa de todos me influenciou. Estou sem falar nada em público, sem propor nada e me sinto um babaca. Todo mundo está acomodado.

A Etec nossa, é sensível. Como assim ''sensível''? Ela vai empregar gente. Afinal, escolas técnicas estão em alta. Todos não tem mais aquele monte de matérias do ensino fundamental e médio. O que ocorrerá agora? Todos vão se empregar, ganhar dinheiro e talvez evoluir na carreira e a Etec de início, me parece ótima. Mas ninguém será crítico. Todos querem ganhar dinheiro para mudarem suas vidas pra melhor. Mas então os governos não estão dando conta e fazem mais cursos ténicos pra deixarem as pessoas empregadas, os empresários felize nós como ''gado civilizado''? Socorro!

Tô com medo. Faz tempo que não fico com medo.



Além disso, ninguém ajuda ninguém e nunca ajudarão tanto. Todo mundo tem nojo de miséria. Não é só o Serra. E os políticos na verdade, existem com a obrigação de tirarem todos da miséria, pra um dia poderem ser beijados e terem suas feridas lambidas sem nojo. Sujeira não é mais comum. Já acabou o tempo em que existiam grandes populações selvagens. Isso não pega mais. Estamos acomodados e com mais acesso a uma saúde* melhor.



Ter nojo de sujeira e miséria é nada mais e nada menos do que uma reação a o que pra nós é melhor. É triste e por isso, ninguém quer ajudar. Infelizmente o ser humano é um problema grande. Não quero entrar emreligião, mas já entrando, acredito que nós somos instáveis e não há espírito ou Deus que vá nos melhorar. Todo mundo reza, mas quando vem o Inri Cristo falar que é Jesus, todo mundo dá risada. Ninguém acredita em espírito ou santo. Só quem diz que sentiu ou disse que viu. Mas todo mundo só reza e vai à missa, porque desde cedo, tem medo de ter uma vida pior ou ir pro inferno. Quando estamos vulneráveis, temos ou já tivemos o costume de pedir algo pra Deus. Correto? Tá aí mais uma coisa ruim no ser humano, que todos odeiam, mas que é quase automático: o interesse. Culpa nossa? Falta de índole? Não!

O jeito é viver na mesmice e só evoluir tecnologicamente, mas esquecer de evoluir de cabeça. Educação de qualidade, como diz o Felipe Neto é importante e deve ser uma prioridade. Mas a educação de qualidade deve sempre inovar e também ensinar os alunos a ouvir e opinar. Pois se nem todas as escolas ouvem seus alunos e não os respeitam**, como vai haver educação de qualidade? Nem com vários bilhões. Deve haver integração também, igual teve no curso do PET no Senac que fiz e que quase abençoo, haver aulas de respeito a tudo e todos, oratória, proposição de soluções, insitigando os alunos a criticarem o que é visto, como organizar, limpar e cuidar bem de uma casa, o valor das coisas, tecnologia e mais, a escola além de ouvir e respeitar tem que exigir o melhor do aluno da forma correta e seguir conselhos deles. Pra finalizar, também deve investir junto nos cursos profissionalizantes em todas as escolas, pra ajudar cada vez mais alunos. Assim, o português, a matemática e o geral, surtirão efeito pra resto das gerações que virão.

*Quando me refiro ao acesso, é que temos tecnologias e não que estamos em condições de sempre dispor dela.

**Nas escolas em que estudei, os alunos eram vistos como ''mais uns'', sem moral e as escolas não tinham tempo pra nada, mas pra dar bronca e sermão elas tinham. A escola tem que arranjar algum tempo pro bem também, se está interessada na melhor educação.