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terça-feira, novembro 16

Marina teve papel de modernização política, diz sociólogo

Folha.com - PODER - 16/11/2010 - 07h15


UIRÁ MACHADO
DE SÃO PAULO 

O sociólogo francês Alain Touraine, 85, afirma que Marina Silva (PV) teve nas eleições um papel de modernização da política brasileira.
Doutor honoris causa por 15 universidades, Touraine avalia que seu velho amigo José Serra (PSDB) perdeu a disputa não por erros seus ou de seu partido, mas por causa do "maremoto" da popularidade de Lula, capaz de eleger a "desconhecida" Dilma Rousseff (PT).

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Tomas Bravo/Reuters

Touraine participa hoje do seminário "Queda e renascimento das sociedades ocidentais?", promovido pela Emplasa, em São Paulo.
Em entrevista à Folha, Touraine também explica por que, na sua opinião, a bandeira ecológica pode ter um papel para revigorar a sociedade ocidental (Europa e Estados Unidos), defende "que não há multiculturalismo sem um universalismo superior" e diz que a inclusão social ocorrida no segundo governo Lula representou um grande ganho democrático para o Brasil.

Folha - O sr. participa hoje de um seminário sobre queda e renascimento das sociedades ocidentais [Europa e Estados Unidos]. Por que esse tema?
Alain Touraine - O que observamos no mundo europeu atualmente, e muito mais nos Estados Unidos, é a ausência de um modelo. É uma sociedade de puro consumo. O que a caracteriza para mim é basicamente isso. A globalização econômica significa que se criou um sistema econômico mundial fora do alcance de qualquer poder. Ninguém pode controlar o sistema financeiro.
Então o social, as instituições, isso desapareceu. Isso está fora do alcance do econômico. Pode-se falar em saúde, educação, segurança etc., mas são apenas ideias, sem reverberação.
Há uma ausência de vinculação entre o econômico e o administrativo, no sentido que diz respeito à administração social.
Ao mesmo tempo, houve a iniciativa de criar uma Constituição europeia, que foi um fracasso enorme. O poder foi tirado dos Estados, mas não houve a criação de um superestado. A capacidade de decisão europeia, como se viu durante a mais recente crise mundial, é quase nula. Não se fez nada.

Mas o que diferencia a Europa do resto do mundo?
O que vemos na Europa e nos Estados Unidos hoje é a ausência de crescimento econômico num mundo em crescimento. Eles perdem terreno o tempo todo.
O tipo de cultura, de sociedade que eles desenvolvem é puramente econômico. Há signos sem significado. A especulação, por exemplo, é apenas isso: um jogo de moedas sem correspondência. Há pornografia, que é sexo sem erotismo. Esses são apenas dois exemplos, mas há outros.

É possível reorganizar a sociedade ou construir outro tipo de sociedade, diferente desse modelo europeu?
Minha primeira resposta é que não se pode reconstruir um sistema social, porque o social foi destruído pela globalização. Se for possível reconstruir algo, será somente com elementos não sociais. Eu vejo atualmente três mais importantes.
Primeiro, o movimento ambiental. A causa ecológica diz respeito à vida do planeta. É uma questão de vida ou morte, não social.
Segundo, o feminismo. Há estudos que mostram que a visão das mulheres não é polarizada, mas integrada. As mulheres querem ter uma vida privada e uma vida pública ao mesmo tempo. Elas não enxergam uma oposição, não aceitam que seja preciso escolher entre as duas. o que querem é encontrar a forma menos custosa de viver ambas as vidas. Essa ambivalência é uma força muito importante.
Por fim, há a luta do indivíduo para ter direitos. Como diz uma frase famosa de Hannah Arendt, o que define a humanidade é o direito de ter direitos. É a luta para tratar o ser humano com dignidade. Cada um tem que ser respeitado, como diz todo o vocabulário humanista que está reaparecendo com força.
Nesse sentido, como diz Amartya Sen, uma democracia deve ser avaliada por sua capacidade concreta de cada indivíduo alcançar as metas que ele mesmo valoriza: saúde, educação, mobilidade social, relação amorosa, o que quer que seja.

Se os elementos para a reconstrução da sociedade são não sociais, eles também são não ocidentais? Ou há algo que pode ser "salvo" da civilização ocidental?
O que me parece fundamental é que, vivo ou morto, o mundo europeu seja capaz de ao menos transmitir, ou dar nova vida, à ideia de universalismo. Ou seja, a existência de valores de tipo universal, tal qual desenvolvido pela tradição romana, cristã, renascentista etc.
Estou muito preocupado com o que me parece ser o perigo central do século atual, que é o comunitarismo, a busca da identidade, da homogeneidade, da eliminação das minorias. Toda coisa de tipo totalitário começou por aí.
O que estou defendendo é a ideia de que não há multiculturalismo sem um universalismo superior. Quer dizer, não vejo aí oposição. Se não houver nada em comum à humanidade, a única solução é a guerra. Eu defendo que é preciso defender um conceito universalista dos direitos do homem e do cidadão.
Se for possível haver uma cidadania forte, será possível organizar a coexistência de todo tipo de minorias, ou maiorias, diferentes, mas mantendo sempre como tema central o universalismo. O que a gente tem em comum é mais importante do que o que temos de diferente. É uma atitude basicamente antirracista, antitotalitária etc.

Mas não há aí um risco na exportação desses valores? O colonialismo...
Não se trata de agir como os colonialistas. O colonialismo trazia um falso universalismo óbvio. O colonialismo era a negação do outro.
O que digo é que é preciso haver o reconhecimento de que o eu e o outro são basicamente iguais. Pode haver todo tipo de diferença religiosa, política etc., mas a única coisa que me parece realmente universal é a necessidade de manter como valor supremo a capacidade e o direito do indivíduo de construir uma vida que corresponda a sua imagem do que é uma vida livre e responsável.
As pessoas em toda parte dizem que querem ser tratadas como seres humanos, querem ser tratadas com dignidade.

Eu gostaria de falar um pouco sobre as eleições no Brasil. O sr. manifestou interesse pelos movimentos ambientais. Qual sua avaliação sobre o desempenho eleitoral de Marina Silva (PV)? Há quem diga que ela aglutinou os votos dos descontentes...
O que é uma coisa positiva, essa busca por uma solução nova. Marina teve um papel de modernização política. Como um terceiro partido ganhar uma eleição presidencial é uma meta difícil, o desempenho eleitoral que Marina teve é uma ótima surpresa.
Isso significa que as pessoas não apenas dizem não a algo que está aí, mas também estão procurando soluções novas. É uma tendência que se encontra em vários países.
As novas classes médias não têm suas referências no socialismo, mas nos movimentos ambientais, na diversidade cultural, no papel da ciência. O mundo não viverá mil anos na briga entre liberais e socialistas. E os dois modelos parecem um pouco esgotados.

O sr. acha que o PV pode ser uma alternativa efetiva ao PT e ao PSDB?
Por enquanto, dizer isso seria um pouco forte. Mas é claro que Marina introduziu no debate uma nova força.
É evidente que os partidos não são os segmentos básicos da vida política. Há outros debates. Mas me parece que o tema ambiental conquistou com uma rapidez muito grande um peso político.
Ninguém pode dizer hoje, como Descartes e Bacon, que é preciso dominar a natureza. Hoje é consenso que é preciso combinar economia e ecologia. Isso porque o perigo é muito grande. Não se pode considerar como um problema entre outros. Trata-se de um problema vital controlar as atividades econômicas em função do meio ambiente.

A vitória de Dilma Rousseff (PT) tem algum sentido simbólico por ser a primeira mulher presidente do Brasil?
Francamente, acho que não. O tema da mulher que ganha uma eleição já é uma coisa bastante comum. Os problemas que ainda existem para as mulheres se dão mais no nível pessoal.

Qual sua avaliação política sobre a vitória de Dilma?
De maneira mais óbvia, há essa imensa popularidade de Lula e uma vitória de caráter pessoal. Dilma não existia, não tinha experiência política em sentido institucional.
Alguns dizem que ela será uma espécie de "bis" de Lula, uma presidente interina para que ele volte daqui a quatro anos. Creio que há algo de verdade nisso. Mas também há aí uma coisa ingênua, porque ninguém pode governar um país interinamente.
O que realmente preocupa é que existe um perigo de retrocesso populista, porque há uma grande massa de excluídos.
No Brasil, o risco é o de que Dilma utilize o fantástico capital político de Lula de forma menos cautelosa que ele. Mas esse não é um perigo imediato, até porque ninguém sabe o que Dilma fará.

Por que José Serra (PSDB) perdeu as eleições?
Eu conheço bem o Serra. Faz uns 30 anos ou mais que o conheço. Tecnicamente, Serra é infinitamente superior. Foi um governador, um ministro competente, um pouco com a característica de Fernando Henrique Cardoso. Mas, diante de um Lula no poder... A personalidade política de Serra não pôde resistir. Foi um maremoto.
Não é que Serra tenha feito algo errado. Mas é assim. Depois de seu segundo mandato, a popularidade de Lula atingiu níveis espantosos. O povo, que havia aprovado os governos FHC sem paixão, foi encantado por Lula.
E o que é incrível é a mudança entre os mandatos. A primeira gestão de Lula foi um fracasso. A segunda foi um sucesso, com uma política social com conteúdo.
Foi a primeira vez na história do Brasil que um presidente falou mesmo diretamente ao povo.

A oposição chegou a dizer que Lula ameaçava a democracia no Brasil. Mas, pela definição de democracia que o senhor citou há pouco, seu governo trouxe ganhos democráticos por causa da diminuição da pobreza.
Sim, ele aumentou a qualidade da democracia no Brasil. A diminuição da pobreza é fundamental. Dar chances, abertura ao povo... O que penso é que parte dessa obra começou no governo FHC. Mas é evidente que Lula fala uma linguagem definida em termos sociais. A coisa básica é a enorme vitória pessoal de Lula.
Além disso, os brasileiros agora sabem que seu país será uma das grandes potências, uma das forças na nova ordem mundial. Então, também nesse sentido, o êxito de Lula é formidável.
O Brasil de Lula --e talvez o de Dilma, ninguém sabe-- é, entre os quatro Brics, o mais sólido, embora não o mais poderoso.
E o Brasil tem um capital que talvez nenhum outro grande país tenha: o sentimento de que é uma nação. Há diferenças, claro, mas isso é positivo, pois não se trata da imposição de um sentimento, como seria num governo de tipo totalitário. A ideia de nação existe naturalmente.

E quanto a Serra, qual o futuro político dele?
Depois de perder uma eleição, depois de uma grande carreira... [pausa] Nem sempre há futuro. Nem sempre há futuro. Ele não tem o carisma de Bill Clinton ou FHC, então não pode dar palestras no mundo inteiro por um preço alto...
No Brasil, me parece difícil...

Em seu discurso de derrota, ele deu a entender que tentaria uma nova eleição. Faz sentido?
Eu tenho certeza de que em muitos aspectos ele seria um ótimo presidente para o Brasil. No entanto, na situação atual não tem sentido. Eu sou muito amigo do Serra e tenho por ele muito respeito, então sinto que ele não tenha ganho. Mas não é culpa dele.

segunda-feira, abril 26

Educação é pra gente de verdade.

Durante uma diagramação e outra, vinha um assunto, e ''nóis proseava''.

Os jovens de hoje, como são? Como eram no passado? E o futuro deles?

Conversei, dei meu ponto de vista, a ''Doutora'' (é assim que chamo minha colega Graziela, assim como meu patrão Gilberto, é chamado de ''Doutor'') deu o dela, e, após algum tempo, leio esta notícia:

Evasão escolar e falta de mão de obra
qualificada preocupam economista

Daí fico com aquela dúvida:

O jovem é previsível ou é imprevisível? O jovem é o futuro do país?

Pra segunda pergunta pelo menos, eu tenho uma reposta: CLAAAAAARO!!! Meus pais não são ''matusaléns'', afinal, e, eu quero crescer (de cabeça). Mas é triste saber que muito se prevê sobre o jovem, previsões positivas e negativas e, no fim, sabemos que as facilidades de hoje 'emporcalham'' o jovem brasileiro. Isso mesmo, vamos falar do jovem brasileiro explícitamente. Não moramos no Brasil? Então!

A falta de educação, junta isso com as facilidades do mundo moderno e mais a falta de criatividade dos cientistas, que não criaram um remédio que dá vida eterna aos pais.

Teremos então, jovens fúteis, mal educados e pra piorar, despreparados pro mercado de trabalho, que sustenta o ''humano brasileiro''. Isso mesmo! Podemos parar no tempo se não tivermos jovens capacitados pra dar conta dessa demanda esperada pelos empresários que querem um ''rebanho'' rico em dinheiro, com empregados de montão, que ganham o razoável, muitas vezes, pra sobreviver. Esse ''rebanho'' vive preso (pela falta de grana) e serve apenas pra sustentar os mais poderosos (um boi, literalmente, teria a força de muitos homens), que usam a mente e a boca pra criar influência pra conseguir o que quer.

Enfim, não é por isso que quero comunismo. Pra quê? Somos fúteis acomodados. Dividir em igualdade é coisa de capitalista. Já estou acomodado com esta futilidade. Mesmo se não estivesse, a população sem informação se preocupa muito mais em ''comer capim'' e ''ração'', do que em exigir educação de qualidade.

Educação? Pra quê Brasil? Nós um dia vamos pro ''abate'' mesmo não é?
Gabriel Lorenzato

domingo, abril 18

Se você gosta de correr...

... coisa que eu não gosto! Já digo mesmo sem tirar carta.

Porém, esse vídeo é muito legal:



''Carrinho'' bonito, interessante e tudo bem, talvez eu gostasse de dirigir um desses.

Gabriel Lorenzato

segunda-feira, abril 12

Capricho. Literalmente

Outro dia estava estudando história (hoje em dia não vejo compensação pra isso) e conheci um pouco sobre as maravilhas do Egito.

Essa notícia demonstra um pouco do capricho (literalmente) desse povo que é muito valioso pelo seu legado:

As tumbas são de pedra e contêm quatro máscaras de gesso, uma camada de ouro com desenhos dos quatro filhos do deus Hórus e utensílios de cerâmica e de cristal, segundo um comunicado do CSA.


Gabriel Lorenzato

sexta-feira, março 19

Maluf é reconhecido até no exterior

Infelizmente, hoje estive sem tempo pra postar e adivinhe...!

Continuo assim.

Mas, gostaria de dividir com você, uma página, caro leitor, que é dedicada àquele que um dia disse:

''Votem no Pitta e se ele não for um bom prefeito, nunca mais votem em mim'', ou algo assim. O detalhe é que ele nunca mais conseguiu um cargo grandioso no país.

Mas sem fugir do assunto, agora o Maluf e seu filho, estão na lista de procurados da Interpol, agência de polícia internacional, presente em vários países:

A Interpol —agência de polícia internacional com representação em 181 países— incluiu em sua lista de procurados os nomes do ex-prefeito de São Paulo e atual deputado federal Paulo Maluf (PP), e seu filho, o empresário Flávio Maluf.


Olha só a página em que aparece Maluf.

Pra finalizar, um vídeo com o jeito Maluf de se justificar e ao mesmo tempo, mostrando sua família, fazer uma campanhazinha de sua boa índole:



Minha avó adorava ele. Realmente, não posso deixar de dizer que ele fala tão bem quanto o Lula. Eu disse ''fala''. Apenas isso!

terça-feira, março 16

Lady Gaga bandidona


Depois da participação de Lady Gaga, no clipe ''Video phone'', agora Beyoncé vai ''fona'' com a Gaga.

O novo clipe dela, ''Telephone'', teve uma versão proibida vazada.

Veja na íntegra:



Será que vazou mesmo?

segunda-feira, março 15

Intimidade, promiscuidade ou polêmica?

Quem sabe os três?

Enquanto isso, gostaria de mostrar uma notícia que está circulando na internet e com o vídeo pra completar o assunto.

Você conhece a Cristina Mortágua? Eu não conhecia.

Bem, ela fez um ensaio fotográfico com o filho Alexandre, de 15 anos. Ensaio muito polêmico PARA OS OUTROS, pois
não vi nenhuma maldade e qualquer tipo de pedofilia. Apenas vi intimidade entre mãe e filho e apelo sensual, que deixou a foto apelativa. Eu como filho e sem qualquer intimidade até esse ponto com minha mãe, fico atordoado ao ver isso. Mas, eu penso que as pessoas sensualizam demais as coisas e fazem falso moralismo. Ninguém hoje em dia, se beija, gosta de se abraçar, falar o que pensa, fora dos costumes religiosos que quase ninguém segue à risca, é perigoso. Pensar criticamente, é importante. Só não é pra quem fica apenas ligado à religião o dia inteiro. Prometo começar a ir à igreja em breve, pra equilibrar os pensamentos.

No vídeo, você compreenderá melhor o que estou dizendo, afinal, no vídeo, mãe e filho se beijam na boca.

Clique na foto e confira o vídeo de making of e a notícia detalhada:


Pior que a foto, é o julgamento que fazemos das coisas, quando não conhecemos a pessoa.

Chegando da escola, o filho pergunta pra mãe:
''Mãe, nossa família têm o costume de julgar as pessoas?''
''Claro que não filho, pois isso é comum com as pessoas idiotas.''
Depois do almoço, alguém bate palmas na casa:
''Não tenho comida pra você hoje moço, almoçamos fora hoje.''
Dentro de casa já, a mãe fala pro marido que estava indo embora:
''Ahhh, é de novo aquele homem pedindo comida. Caramba, será que ele não desconfia? Só pede comida na minha casa, saco. Outro dia foi o chinelo, em outro foi um litro de óleo, dinheiro, leite, semana passada inteira pedindo comida. Ele não trabalha? Não pode parar de ficar enxendo o saco só aqui em casa?''
''Fiquei sabendo que ele só consegue as coisas aqui e antes com a vizinha ao lado, que morou conosco. Ontem, ela me disse que ele é cego de um olho por causa do diabetes, têm osteoporose e cuida sozinho da neta e me pediu pra continuarmos ajudando ele''.
''Tá bom, agora eu entendi. Mas alguma coisa precisa ser feita''
''O quê então?''
''Não sei. Vamos pensar um pouco?''

domingo, março 14

O que dizer?

Eu não sou lá muito ligado ao PAC do governo federal, afinal, a única coisa que vejo pra todo lado aqui na região, são placas do ''Governo de São Paulo, trabalhando...'', mas ando acompanhando um pouco do programa pela mídia e fiquei indignado com essa notícia: ''Prédios novos do PAC já têm problemas'', pois são construções novas e houve algum problema muito sério pra acontecer isso tão rapidamente e com tanta dissipação. Infelizmente não há muita seriedade nesse programa. Eu arrisco um palpite em particular: essas obras estão comprometidas, pra que parte do dinheiro seja usado em extravagâncias.

Bem, finalizando esse assunto chamado ''Glauco'', acho interessante mostrar essas duas notas oficiais, pra que você compare e veja, quem realmente está demonstrando conhecer o artista e não está apenas dizendo por dizer, só pra que todos vejam ''que o político X está dizendo estar triste''. Veja essa nota:


Leia abaixo a íntegra do comunicado de Lula:

"Glauco foi um grande cronista da sociedade brasileira, entendia os usos e costumes da nossa gente e expressava isso com inteligência e humor. Fiquei triste com a notícia de sua morte e chocado com as circunstâncias inaceitáveis que também levaram seu filho Raoni. Foi uma perda tremenda. Diante dessa verdadeira tragédia, quero expressar meu sentimento de pesar a familiares, amigos e admiradores."

Leia abaixo a íntegra do comunicado de Serra:

"Lamento a morte trágica e precoce do cartunista Glauco. Dono de um traço caligráfico, ele criou toda uma galeria de personagens, alguns tão familiares que são hoje parte do nosso cotidiano nas “tirinhas” dos jornais. Era um crítico dos usos e costumes do nosso país sem perder a leveza e o humor tão brasileiro de seu desenho. Nesta hora de dor, quero expressar à família, amigos e fãs do cartunista nossas condolências."

Na minha opinião, o Lula não sabia direito o que dizer e talvez nem conhecia Glauco.

quinta-feira, março 11

Política agressiva

Veja esses vídeos:

Vereadores saem no tapa durante seção em cidade do interior paulista



Sessão de vereadores termina em confusão em Presidente Alves



Não é sempre que há brigas desse tipo no mundo da política brasileira. Porém, os motivos são
inquestionáveis.

''Mãe, qual a razão de tanta ira e conflitos pelo mundo?''
''A razão é esquecerem que não são irracionais, porém agem como tal.''
''E como mudar isso?''
''Auto-destruição.''
''Sabe mãe, eu odeio ser o que sou.''
''Então se mata logo escrotinho! Você é adotado.''


¬¬

Chinesa de 101 anos desenvolve "chifre" na testa

Olha essa notícia:

Pequim, 10 mar (EFE).- Uma mulher de 101 anos que vive em uma aldeia da província central chinesa de Henan está causando temor e despertando curiosidade de seus vizinhos depois que passou a desenvolver, na parte esquerda de sua testa, um "chifre" de cor negra e quase seis centímetros de comprimento, segundo informa o "Diário do Povo".

(...)

sexta-feira, fevereiro 13

Assunto debate: M-A-C-O-N-H-A

Hoje ajudei na faxina aqui em casa. Como sempre sou o último a acabar. É um saco o que faço mesmo que sendo muito pouco perto do que faz todo dia meu irmão e o pessoal aqui em casa.

Vamos ao que interessa! Vendo hoje de manhã um programa em um canal local (TV IBITINGA), que pertence a um ex-prefeito de Ibitinga e que apresenta o programa ''O QUE ACONTECE'', que é o programa que estava assistindo, me decepcionei com uma das manchetes do jornal AGORA SP lida por ele, que dizia que 4 ministros iriam discutir sobre uma possível legalização da maconha no nosso país (depois vi num site goiano que pelo menos 3 dos 4 ministros desmentiram que estariam conversando tal assunto).

Você já pode dizer agora mesmo o que quiser.

Amanhã postarei minha opinião, mas hoje quero começar um debate com você.

É contra ou a favor à legalização?

Até breve então!!!